Futebol · Temporada
1948
- Campeonato Carioca de Reservas (Taça Fernando Loretti) segundos quadros / reservas (campeão invicto na última edição do torneio)
- Troféu Cezar Aboud (MA) troféu amistoso nacional (Seleção do Maranhão 1x3 Flamengo, em São Luís, 15/04/1948)
Registro factual
Em 1948, o Flamengo foi vice-campeão do Torneio Quadrangular Internacional de Santiago do Chile (vencendo o Olimpia do Paraguai por 1x0), realizou excursão invicta ao Ceará e ao Maranhão (primeiros jogos da história do clube nesses dois estados, conquistando o Troféu Cezar Aboud) e terminou em 3º lugar tanto no Torneio Municipal quanto no Campeonato Carioca. Em 04/07/1948, contra o América pelo Torneio Início, disputou a primeira decisão por pênaltis de sua história. Uma semana depois, em 11/07/1948, na vitória por 5x0 sobre o Olaria no Estádio da Gávea pela abertura do Campeonato Carioca, o Flamengo utilizou pela primeira vez na história numeração nas costas de suas camisas.
Esquadrão Base
Os onze de 1948
- Luiz Borracha goleiro Luiz Gonzaga Lebrego
- Newton Canegal zagueiro
- Norival zagueiro Norival Pereira da Silva
- Biguá médio-direito Moacir Cordeiro
- Modesto Bria centro-médio
- Jaime de Almeida médio-esquerdo
- Luizinho ponta-direita
- Zizinho meia-direita Thomaz Soares da Silva
- Durval centroavante Durval Corrêa Nunes
- Jair da Rosa Pinto meia-esquerda
- Gringo ponta-esquerda
Fontes do esquadrão (1)
Craque da temporada
Zizinho
Ao lado de Jair da Rosa Pinto, Zizinho liderou tecnicamente o Flamengo no 3º lugar do Torneio Municipal e do Campeonato Carioca de 1948, temporada em que vestiu pela primeira vez o Manto numerado nas costas.
Artilheiro
Jair da Rosa Pinto
17 gols
Escopo: Campeonato Carioca 1948 (com Durval e Gringo também em destaque na artilharia da temporada)
Crônica
Crônica de 1948
Em 11 de julho de 1948, quando o Flamengo pisou o gramado da Gávea e goleou o Olaria por 5 a 0 na abertura do Campeonato Carioca, o Manto Sagrado trazia uma novidade definitiva: pela primeira vez, grandes números brancos desenhavam-se nas costas rubro-negras. Sem Pirillo, o ataque ganhava o fôlego goleador de Durval e Gringo, alimentados pela classe de Zizinho e Jair da Rosa Pinto. O time foi do Chile ao Maranhão invicto no Norte-Nordeste, bateu na trave nos torneios cariocas diante do auge vascaíno, mas inaugurou na camisa o espaço onde gerações inteiras aprenderiam a venerar o 10.
Texto original escrito em homenagem ao estilo de Armando Nogueira; não é de sua autoria.
Manto e imagem
O manto de 1948
Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Superball), gola polo preta com corte em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo e numeração branca nas costas (introduzida em 11/07/1948), calção branco e meiões rubro-negros.
- Calção
- branco
- Meião
- rubro-negro
- Em uso desde
- 1948
Imagem em curadoria.
O arquivo ainda não foi importado para o acervo local.
Ressalvas e divergências entre fontes
Presidente: Orsini de Araújo Coriolano. Técnico: Juca da Praia. Esportes olímpicos (FlaEstatística): Campeão Carioca Masculino Adulto de Basquete (além de seis outras taças no basquete no ano) e Campeão Brasileiro de Esgrima.