Futebol · Temporada
2016
Sem títulos registrados nesta temporada.
Registro factual
Em 2016, ano em que precisou mandar a maior parte de seus jogos fora do Rio de Janeiro (Cariacica, Brasília e Natal) devido à cessão do Maracanã e do Engenhão para os Jogos Olímpicos, o Flamengo colheu os primeiros grandes frutos de sua recuperação financeira: contratou o zagueiro Réver, o volante Willian Arão e o meia Diego Ribas. Sob o comando de Zé Ricardo, disputou o título do Campeonato Brasileiro ponto a ponto até as rodadas finais e encerrou na 3ª colocação com 71 pontos em 38 jogos (20 vitórias, 11 empates e 7 derrotas, 52 gols pró e 35 contra), garantindo vaga direta na fase de grupos da Libertadores de 2017.
Esquadrão Base
Os onze de 2016
- Alex Muralha goleiro Alex Roberto Santana Rafael
- Pará lateral-direito Marcos Rogério Ricci Lopes
- Réver zagueiro Réver Humberto Alves Araújo
- Rafael Vaz zagueiro Rafael Vaz dos Santos
- Jorge lateral-esquerdo Jorge Marco de Oliveira Moraes
- Márcio Araújo volante Márcio Rodrigues Araújo
- Willian Arão volante Willian Souza Arão da Silva
- Diego meia Diego Ribas da Cunha
- Gabriel atacante Gabriel Santana Pinto
- Éverton atacante Éverton Cardoso da Silva
- Paolo Guerrero atacante José Paolo Guerrero Gonzáles
Fontes do esquadrão (1)
Craque da temporada
Diego
Recebido por uma multidão no Aeroporto Santos Dumont em julho de 2016, o meia Diego Ribas estreou marcando gol contra o Grêmio e liderou tecnicamente o Flamengo na disputa pelo título brasileiro, sendo eleito para a seleção do campeonato ao lado do lateral Jorge.
Artilheiro
Paolo Guerrero
18 gols
Escopo: temporada
Crônica
Crônica de 2016
Sem o Maracanã, entregue aos Jogos Olímpicos de 2016, o Flamengo transformou o Brasil inteiro em sua arquibancada particular: de Cariacica a Brasília, de Natal a São Paulo, o famoso 'AeroFla' provou que a casa do Rubro-Negro é onde quer que sua Nação esteja. E quando Diego Ribas desembarcou nos braços do povo no Santos Dumont para vestir a camisa 35 — antes de herdar a 10 —, o time ganhou o regente que faltava ao lado de Guerrero, Arão, Réver e Jorge, fechando o Brasileirão com 71 pontos e anunciando que o gigante voltara a disputar o topo.
Texto original escrito em homenagem ao estilo de Armando Nogueira; não é de sua autoria.
Manto e imagem
O manto de 2016
Camisa titular Rubro-Negro Adidas Modelo 2016: retorno dos aros vermelhos e pretos mais largos, gola polo preta com botões, três listras brancas nas laterais do tronco e monograma CRF branco com estrela dourada.
- Calção
- branco
- Meião
- rubro-negro
- Em uso desde
- 2016
Imagem em curadoria.
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